sábado, 15 de novembro de 2014

Atração, momento, química e meh

Tenho um habito horrível, talvez momentos horríveis, e hábitos bons, enfim, eu gosto de conhecer pessoas.

Conhecer pessoas é fantástico, ficar amigo, dividir situações, coisas, momentos. Conheci muitas pessoas legais e isso por um lado é ótimo.

Mas por outro é ruim, a cultura de “pegar” torna tudo isso diferente.

Mas o que é a Cultura de “pegar” (ou hook-up culture).



A cultura de “Pegar” por Miranda Kulp

O início dos seus vinte anos é uma das partes mais excitantes e confusas da sua vida. 

Desde a primeira vez que você sai de casa para a faculdade até seu primeiro trabalho adulto, estes são os anos mais vitais na criação de um futuro que você sempre quis.

O mundo está sob seus pés e você tem se preparado pelos últimos quatro anos, a lição que a faculdade não ensina é a de como se relacionar. Ter um diploma não faz de você um mestre em relacionamentos.

Não é um segredo que pessoas na faculdade não são as melhores no que se refere a relacionamentos, mas depois da formatura, talvez seja a hora de não só se reinventar mas também melhorar suas habilidades num relacionamento (ou a falta delas)

“Estar na faculdade” é a desculpa clássica para várias decisões questionáveis, incluindo beber um pouco demais, usar calças de moletom repetidamente e não ser capaz de namorar.

Enquanto se está na faculdade, uma pessoa pode ter dificuldades com o controle de tempo e o sentimento de ser consumido pelos afazeres acadêmicos, Então, sem necessidade de dizer, relacionamentos tendem a ficar de lado.

Relacionamentos durante a faculdade podem ser descritos como uma série de ficadas sem compromisso. A ideia tradicional de namorar e conhecer uma pessoas simplesmente não se aplica.

A difícil realidade, então, é que essas poucas habilidades de se relacionar não melhoram magicamente quando uma pessoa se forma. Na verdade, suas tendências em relacionamentos durante a faculdade podem muito bem te seguir no mundo real.
Na faculdade, a tendência mais comum é conhecer alguém numa festa e não num encontro tradicional com jantar e um filme. Tinder se torna uma maneira normal para conhecer outras pessoas solteiras (e as vezes, não tão solteiras) no campus.

Depois da formatura, pessoas dependem mais da internet para conhecer pessoas para se relacionar, sair para encontros e conhecer alguém parece muito antiquado e consome muito tempo.

No que diz respeito a vidas apressadas, nós tendemos a favorecer escolhas rápidas, fáceis, especialmente no que diz respeito a relacionamentos. No entanto, tipicamente a opção mais fácil nem sempre se torna a mais satisfatória. Interesses amorosos simplesmente se transformam em casos e até mesmo coisas de uma noite.

Além do nosso tempo, pessoas na nossa geração amam tanto a independência que a ideia de ter qualquer tipo de comprometimento com outra pessoas faz muitos de nós se sentirem nervosos.

Sem desejo de se comprometer, a situação estranha de estar juntos sem estar juntos nasce. Esta fase de não-estar-bem-namorando pode funcionar bem na faculdade, devido ao estilo de vida único de estudante. No entanto, não há desculpa para continuar com essa perspectiva no mundo real.

Vida pós-formatura serão os primeiros passos no mundo real e é hora de se tornar o adulto que você sempre imaginou ser. Crescer é se reinventar e é importante incluir boa habilidade de relacionamento nessa transformação.

Nos tempos de faculdade de nossos pais, jovens saiam para comer e saiam em encontros durante fins de semana, talvez ir numa festa ou bar depois. Então, eles se casavam com as paixões de faculdade e começavam uma família.

Esse cenário é agora considerado antiquado e não realista. Hoje em dia festas de cursos podem ser os melhores encontros que você consegue.  O medo de comprometimento associado que a cultura do “ficar” suporta acaba por obrigar a nossa geração a não entender como se relacionar.

É hora de os jovens pararem de serem preguiçosos quando se trata de relacionamentos. Precisamos deixar de lado nossos pobres hábitos de relacionamento e perceber ser quisermos encontrar A Pessoa, precisamos agir.

Nossa geração precisa voltar no tempo, deixar de lado o iPhone e começar a conhecer a pessoa através de conversas ao invés e mensagens. Deletar o Tinder sair e conhecer pessoas da própria cidade. Se você acha alguém atraente, leve ele ou ela para um café ao invés de persegui-los em redes sociais.


Uma vez que acabarmos com os hábitos de relacionamento da faculdade e nos reinventarmos para o mundo real, nossa geração pode descobrir que sob nossos exterior frio, os românticos que temos medo de mostrar, de fato, existem

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