Tenho
um habito horrível, talvez momentos horríveis, e hábitos bons, enfim, eu gosto
de conhecer pessoas.
Conhecer
pessoas é fantástico, ficar amigo, dividir situações, coisas, momentos. Conheci
muitas pessoas legais e isso por um lado é ótimo.
Mas
por outro é ruim, a cultura de “pegar” torna tudo isso diferente.
Mas
o que é a Cultura de “pegar” (ou hook-up culture).
A
cultura de “Pegar” por Miranda Kulp
O início
dos seus vinte anos é uma das partes mais excitantes e confusas da sua vida.
Desde
a primeira vez que você sai de casa para a faculdade até seu primeiro trabalho
adulto, estes são os anos mais vitais na criação de um futuro que você sempre
quis.
O
mundo está sob seus pés e você tem se preparado pelos últimos quatro anos, a lição
que a faculdade não ensina é a de como se relacionar. Ter um diploma não faz de
você um mestre em relacionamentos.
Não
é um segredo que pessoas na faculdade não são as melhores no que se refere a
relacionamentos, mas depois da formatura, talvez seja a hora de não só se reinventar
mas também melhorar suas habilidades num relacionamento (ou a falta delas)
“Estar
na faculdade” é a desculpa clássica para várias decisões questionáveis,
incluindo beber um pouco demais, usar calças de moletom repetidamente e não ser
capaz de namorar.
Enquanto
se está na faculdade, uma pessoa pode ter dificuldades com o controle de tempo
e o sentimento de ser consumido pelos afazeres acadêmicos, Então, sem
necessidade de dizer, relacionamentos tendem a ficar de lado.
Relacionamentos
durante a faculdade podem ser descritos como uma série de ficadas sem
compromisso. A ideia tradicional de namorar e conhecer uma pessoas simplesmente
não se aplica.
A difícil
realidade, então, é que essas poucas habilidades de se relacionar não melhoram
magicamente quando uma pessoa se forma. Na verdade, suas tendências em
relacionamentos durante a faculdade podem muito bem te seguir no mundo real.
Na
faculdade, a tendência mais comum é conhecer alguém numa festa e não num encontro
tradicional com jantar e um filme. Tinder se torna uma maneira normal para
conhecer outras pessoas solteiras (e as vezes, não tão solteiras) no campus.
Depois
da formatura, pessoas dependem mais da internet para conhecer pessoas para se
relacionar, sair para encontros e conhecer alguém parece muito antiquado e
consome muito tempo.
No
que diz respeito a vidas apressadas, nós tendemos a favorecer escolhas rápidas,
fáceis, especialmente no que diz respeito a relacionamentos. No entanto,
tipicamente a opção mais fácil nem sempre se torna a mais satisfatória.
Interesses amorosos simplesmente se transformam em casos e até mesmo coisas de
uma noite.
Além
do nosso tempo, pessoas na nossa geração amam tanto a independência que a ideia
de ter qualquer tipo de comprometimento com outra pessoas faz muitos de nós se
sentirem nervosos.
Sem
desejo de se comprometer, a situação estranha de estar juntos sem estar juntos
nasce. Esta fase de não-estar-bem-namorando pode funcionar bem na faculdade,
devido ao estilo de vida único de estudante. No entanto, não há desculpa para
continuar com essa perspectiva no mundo real.
Vida
pós-formatura serão os primeiros passos no mundo real e é hora de se tornar o
adulto que você sempre imaginou ser. Crescer é se reinventar e é importante
incluir boa habilidade de relacionamento nessa transformação.
Nos
tempos de faculdade de nossos pais, jovens saiam para comer e saiam em
encontros durante fins de semana, talvez ir numa festa ou bar depois. Então,
eles se casavam com as paixões de faculdade e começavam uma família.
Esse
cenário é agora considerado antiquado e não realista. Hoje em dia festas de
cursos podem ser os melhores encontros que você consegue. O medo de comprometimento associado que a
cultura do “ficar” suporta acaba por obrigar a nossa geração a não entender
como se relacionar.
É
hora de os jovens pararem de serem preguiçosos quando se trata de
relacionamentos. Precisamos deixar de lado nossos pobres hábitos de
relacionamento e perceber ser quisermos encontrar A Pessoa, precisamos agir.
Nossa
geração precisa voltar no tempo, deixar de lado o iPhone e começar a conhecer a
pessoa através de conversas ao invés e mensagens. Deletar o Tinder sair e
conhecer pessoas da própria cidade. Se você acha alguém atraente, leve ele ou
ela para um café ao invés de persegui-los em redes sociais.
Uma
vez que acabarmos com os hábitos de relacionamento da faculdade e nos
reinventarmos para o mundo real, nossa geração pode descobrir que sob nossos
exterior frio, os românticos que temos medo de mostrar, de fato, existem
Nenhum comentário:
Postar um comentário