Estive pensando numa
coisa nos últimos dias.
Bom repensando na
verdade, lembrando das coisas que mudaram, não faz muito tempo, mas cara… como
muita coisa mudou, e como eu tenho saudade de tanta coisa que, se foi… de um
jeito ou de outro,
Mudanças mudanças mudanças…
Coisas complicadas que
levam as pessoas do ponto A pro ponto B, não necessariamente boas na maioria
das vezes.
De qualquer maneira
mudanças são necessárias, isso é um fato, eu sei, você sabe, enfim…
Mas tem coisas que são
difíceis de lidar com, realmente, as lembranças das coisas que eram, boas,
ruins não importa coisas que deixavam tudo confortável, estável, que faziam com
que cada dia fosse mais fácil não por que não existia nada, mas existia uma
constância divertida que torna a vida mais simples, mais tranquila.
Posso estar falando de
rotina, provavelmente estou.
As coisas fazem falta,
algumas delas mais do que outras. Um carinho de uma certa maneira, um apelido
carinhoso, um habito não tradicional divertido, um evento semanal empolgante.
Enfim, é fácil lembrar
dessas coisas que fazem com que a gente se lembre onde estamos, quem somos e do
que gostamos, seria mais fácil se simplesmente pudéssemos nos manter nesses
momentos e continuar vivendo
Mas
ai vem aquela coisa legal chamada mudança. Que faz com que muita coisa não faça
mais sentido, que acaba tirando de nós as coisas mais familiares. Que faz com
que muito das coisas que gostamos se percam, claro, mudança também traz inúmeras
possibilidades, isso pode ser fantástico, mais do que podemos imaginar, ah como
isso é verdade, no entanto todo o processo pode ser exaustivo demais.
Nesse momento tudo que
consigo pensar é como odeio as mudanças, nesse momento tudo que consigo ver
diante de mim (ou atrás haha) são as coisas que sinto falta, essas coisas que
fazem falta esmagam de uma maneira estranha.
Bom, imagino que
eventualmente as possibilidades se tornarão maiores do que as saudades.
Não sei dizer quando,
imagino que logo, tenho esperança de que logo.
Mas isso sempre me
lembra
“Com a dor eu posso
lidar, mas é a esperança que me mata”
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